Por que as Crianças ignoram quando dizemos não?

Quem entre nós, mães, pais, professoras, professores, cuidadores em geral, não teve a oportunidade e o desconforto de recomendar ou mesmo determinar, a alguma criança, com menos de doze anos, para NÃO fazer ou NÃO insistir com atitudes ou comportamentos os quais, conforme nosso entendimento, são reprováveis, inadequados ou perigosos?

 

Quem entre nós, mães, pais, professoras, professores, cuidadores em geral, não teve a oportunidade e o desconforto de recomendar ou mesmo determinar, a alguma criança, com menos de doze anos, para NÃO fazer ou NÃO insistir com atitudes ou comportamentos os quais, conforme nosso entendimento, são reprováveis, inadequados ou perigosos?

Nessas ocasiões, quase sempre, nossos rebentos apenas escutam, observam e, sem comentários ou objeções, alguns instantes depois estão a repetir a atitude ou comportamento recriminado.

Não poucas vezes, essa indiferença ou teimosia infantil é combatida com castigo a até palmadas. E a criança recebe a pecha de “teimosia”, principalmente porque em outras situações, a atitude ou comportamento se repete, revelando a inutilidade da nossa postura crítica e repreensiva.

E, invariavelmente, nos perguntamos: por que essa criança não obedece ao NÃO?

Cientistas de vários países, com auxílio de modernos equipamentos como, por exemplo, ressonâncias magnéticas, estão empenhados em mapear o cérebro humano na infância, em busca de respostas para uma série de questões ainda objeto de dúvidas e incertezas, entre as quais sobressai essa do “descaso” delas como o nosso “NÃO”.

E, a resposta foi encontrada!

Uma parte do cérebro humano, o lobo (ou lóbulo) frontal – que é a área cerebral responsável pelo autocontrole, pela avaliação das nossas e, sobretudo, pela tomada das decisões decorrentes dessa avaliação -, só completa o seu desenvolvimento A PARTIR DOS DOZE ANOS, tanto para meninos quanto para meninas.

Bingo!

Como o lobo central não está, digamos, “prontos” a criança não tem a “ferramenta” necessária para fazer a avaliação correta das atitudes. Isso, claro, explica porque as crianças com menos de doze anos são tão persistentes quando querem algo e ignoram o nosso NÃO!

A propósito, quantas vezes, você, já “perdeu” uma guerrinha particular para uma criança e acabou por ceder à sua insistência ou à persistência em buscar de um objetivo?

Pense nisso: se a criança tem menos de doze anos de idade, o cérebro dela, ou melhor, o seu LÓBULO FRONTAL não está plenamente formado, vale dizer, ainda não funciona como o LÓBULO FRONTAL do pré-adolescente que já passou dos doze anos.

E isso está comprovado cientificamente!

Que tal repensarmos nossa forma de agir nessas circunstâncias?

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Experiências científicas revelaram que a audição musical ajuda a melhorar a sincronização dos hemisférios cerebrais. Por outro lado, a Ciência também demonstrou que essa sincronização acelera a aprendizagem e desenvolve a criatividade.

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